Saímos de Pontevera Moa, Mia e eu, Samhain, em busca dos rastros de carroça para encontrar a aprendiz da Marquesa. De maneira geral a viagem foi tranquila e conseguimos bons rastros e caçadas, até que passamos pela Ponte em Mal Estado, onde Moa pareceu estar perturbada.
Depois disso, tivemos dias de chuva, o que gerou dificuldade na busca dos rastros e também na caça. Certa noite, acordamos todas assustadas com um confronto em nosso acompanhamento. Era uma briga entre duas formigas gigantes e um grupo de Jurumis. Felizmente, passamos deste evento sem perdas.
Seguindo viagem, avistamos do outro lado do rio, uma pedra que se assemelhava a um rosto de um homem barbudo. Tiramos algumas horas naquele dia para criar uma ponte e nomeamos de Pontesperança. O motivo do nome? Avistamos ao longe um sinal de fumaça e mantivemos um pensamento positivo.
Ao atravessarmos a Pontesperança, conseguimos entender melhor a imagem representada naquela pedra. Era a imagem de um lobo guará, um antigo guardião. Seguindo ao redor da pedra, chegamos a um pequeno vilarejo de Micurês monges, os quais eu assustei sem querer e por muito pouco não criei uma situação complicada... Esses micurês, diferente dos que foram vistos até o momento, rezavam para o Sol, pois ele afastava as perigosas Yanguaras. Apesar disso, tinham como um símbolo, uma pena vermelha, entregue pela Yanguara Pena Rubra como símbolo de "proteção". Passamos uma noite tranquila e tivemos uma refeição agradável. Gostaria que tivéssemos talvez tido a sorte de ter essa paz por mais tempo... No dia seguinte, decidimos seguir viagem e pela sorte, ou azar, do destino, encontramos quem procurávamos, a aprendiz da Marquesa e seu grupo de "guarda-costas"... Numa interação um tanto desagradável, seguimos com este grupo com objetivo de voltar à Pontevera. No entanto, por um descuido, ou talvez impulso... Mia chutou uma pedra, esta que acertou a aprendiz da Marquesa... E quase no mesmo instante, houve uma investida do "guarda costa chefe" contra Mia, que ceifou sua vida sem lhe dar uma chance de se explicar. Em um ato de revolta e indignação, Moa entrou em combate contra o maldito e eu, a segui. Estávamos engajadas no combate, até que aquele canalha a acertou com a espada e vi a Capitã Moa cair no chão já sem vida... Naquele momento só se passou uma coisa pela minha cabeça, o desejo de matar. Com minhas próprias garras e dentes, arranquei a cabeça daquele monstro e a estaquei como um troféu, mas não me sentia vitoriosa. Levei os corpos de minhas companheiras de volta à Pontevera, onde consegui trocar a vida da aprendiz da Marquesa, pelo serviço de ressurreição da Capitã Moa, mas infelizmente não possuía recursos para trazer de volta a mais recém chegada Mia. O que eu fiz com a cabeça? Ela está exposta, em frente à guilda. E quero que seja um símbolo de aviso: Não provoquem a minha ira!