Relato sessão 13
Saímos em uma viagem de barco desbravando o oceano pela primeira vez juntos, era um dia de ventos fortes e isso nos deu esperança de uma viagem rápida rumo ao desconhecido.
No entanto, no dia seguinte se fez uma chuva intensa... E mal sabíamos que assim permaneceria até o fim de nossa viagem.
Na primeiro dia ancorados em alto mar, fomos atacados por um grupo de cupins gigantes.
Era claro o interesse deles no barco, mas conseguimos detê-los antes que fosse causado qualquer dano nele.
Após o conflito, Capitã Moa e eu, Samhain, consumimos um cogumelo medicinal cada uma e acabamos dormindo em seguida, devido aos efeitos colaterais.
Com isso, Birajara e Dorgas decidiram entre eles que seria Bira a fazer o turno de vigia primeiro.
Enquanto Bira fazia a vigia, um grupo de mulheres peixe, sereias ou nereidas (não sei ao certo) o abordaram e pelo seu encanto, o convenceram a subir em nosso navio.
O primeiro a acordar foi o Dorgas, ouvindo sons "estranhos" vindo do convés, que ao perceber o que estava acontecendo, jogou água tanto na Capitã Moa quanto em mim, Samhain.
Ambas acordamos no susto de um descanso interrompido abruptamente.
Capitã Moa, escutando o mesmo que escutou Dorgas, parecia saber o que estava prestes a enfrentar e abaixou seu chapeu, cobrindo seus olhos. Eu e Dorgas, por descuido ou pressa, não tomamos a mesma precaução.
Subindo no convés vimos uma cena um tanto traumatizante aos meus olhos - Samhain tosse como se estivesse desconfortável - Vimos nosso companheiro Bira rodeado dessas várias mulheres e completamente nú... - Samhain pausa e continua logo em seguida - Eu não preciso descrever o resto pra vocês, usem sua imaginação.
Depois disso, minha memória ficou um tanto turva, mas quando voltei a mim, com um grito da Capitã - Samhain tosse parecendo envergonhada - eu estava também entre elas.
As criaturas, percebendo que não estávamos mais encantados por seu feitiço, nos atacaram.
Em parceria com a Capitã Moa, que com um ataque perfeito de espada arrancou os braços da líder daquele grupo, consegui finalizar e arranquei-lhe a cabeça.
Esse ato fez as criaturas restantes se fugirem de medo, voltando para seja lá de onde elas vieram.
Três dias se passaram, a chuva continuava insistente e já estávamos ficando loucos parados no grande vazio do mar.
Decidimos arriscar e seguir viagem mesmo assim e ao final daquele dia, avistamos terra.
No dia seguinte, chegamos à uma ilha, paramos na praia e seguimos caminhando para uma duna de areia que avistamos... Erro nosso, antes tivéssemos ficado no barco.
Enquanto pensávamos o que fazer a seguir, o chão começou a tremer, como se tivesse sofrendo uma sequência de impactos. Foi quando avistamos aquela coisa...