"Cheguei recentemente em Pontevera e ainda não conheço muita coisa, mas percebi que havia oportunidades para um viajante atrás de ouro. Por isso me juntei a um grupo de aventureiros. Seus nomes eram Moa e Bira. Com eles segui para o norte em busca da masmorra que chamam de “Torre de Vigia”. No caminho, passamos por uma caravana de estranhas criaturas, que apesar de toda semelhança com Saruês, portavam-se e falavam como humanos e a quem chamam de Micurê. Meus companheiros de viagem pareciam bem acostumados a essas estranhezas dessa terra. Pernoitamos junto da caravana dos Micurê, e seguimos viagem no dia seguinte, sempre rumo ao norte, até uma grande cadeia de montanhas. Lá, exploramos e enfrentamos diversos perigos e exorcizei desmortos para proteger meus companheiros. Quando retornávamos de nosso objetivo, fomos atacados por um grupo de formigas gigantes. Nossa sina parecia funesta, quando então fomos salvos por um grupo de caçadores que cruzava pela área. Porém, os tais caçadores não era humanos, e sim criaturas similares a tamanduá, porém do porte e atitude de humanos comuns. Essas nobres criaturas nos ajudaram em combate, uma dela dando a vida heroicamente para nos defender. Eles nos ajudaram a voltar pra Pontevera e devo dizer que são de fato inúmeras as maravilhas e surpresas dessas terras.”